quarta-feira, 13 de novembro de 2013
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Um convite...
Aproveite
um pouquinho do seu tempo e assista ao filme “Vermelho como o céu”. Um Filme italiano que
foi produzido em 2006. Ela narra à história de um Mirco, um garoto de 10 anos que
durante suas explorações e descobertas sofre um acidente e perde a visão. Estudante
de uma escola pública foi rejeitado pela mesma porque não o considera uma
criança normal. Então ele vai estudar num instituto para cegos. Passa por
momentos difíceis, mas também, junto com os amigos que conquista no Instituto e
com Francesca, descobre e ajuda aos outros a descobrirem novas possibilidades
de ver o mundo.
Um filme maravilhoso...
Desconcertante... Motivador... Que com simplicidade nos toca o coração, nos faz
perceber nossos sentimentos e nos ajuda a compreender a importância do respeito
pelo outro, pela sua capacidade de se expressar, de viver!sábado, 19 de outubro de 2013
Os jogos e a aprendizagem do aluno com deficiência intelectual
A escola inclusiva deve pautar
seu ensino na concepção de que todos os alunos são capazes de aprender e que
aprendem de diferentes maneiras, cabendo ao professor conhecer seu aluno, descobrir
como ele aprende melhor e procurar favorecer esta aprendizagem.
Nesse contexto o professor
para atender a criança com deficiência intelectual deve organizar todo o seu
trabalho de maneira que possa estimular ao máximo o desenvolvimento das habilidades
cognitivas, motoras e sensoriais desta criança, fazendo uso de diferentes
estratégias metodológicas, materiais pedagógicos, atividades práticas e/ou
lúdicas que mobilizem seus mecanismos de aprendizagem (motivação, atenção,
memória, transferência e metacognição).
Assim gostaríamos de ratificar
a importância do uso dos jogos para favorecer a aprendizagem da criança com
deficiência intelectual, visto que os jogos contribuem para o desenvolvimento
cognitivo, motor, afetivo, bem como o desenvolvimento da linguagem e das
interações sociais. Ou seja, proporcionam a criança vivenciar situações de
aprendizagem que desenvolvem a concentração, a atenção, a imaginação, a
confiança e a autoestima.
Sugestão de jogo: História em Quadrinhos
Nylse Helena S. Cunha: Criar para brincar.
|
A. Como montar o jogo
·
Uma tira de cartolina com 7
cm de largura, riscada no sentido vertical, de 16 em 16cm.
·
Figuras selecionadas de revista
colocadas em sequencia na tira de cartolina, para formar uma história, de
acordo com o seguinte critério: uma figura é colada no meio do espaço de 16 cm,
entre os dois riscos verticais, e a figura seguinte é colada sobre o risco.
·
Depois serão cortadas nos lugares
onde foram traçados os riscos, separando a figura ao meio e interrompendo a sequencia.
B.
Descrição do jogo
O jogo consiste em um quebra cabeça a partir de uma história
sequenciada em quadrinhos, o qual poderá ser realizado em grupo ou
individualmente, sob a mediação e acompanhamento do professor.
O jogo poderá ser utilizado tanto na sala de recursos
multifuncionais como na sala regular, de acordo com os objetivos traçados pelo
professor.
C.
Exploração do jogo
·
O professor dispõe sobre a
mesa as peças relativas ao jogo e pede aos alunos que manuseiem as peças;
·
Explora com os alunos as
imagens das peças, fazendo indagações sobre as figuras que se encontram
incompletas e/ou completas;
·
Discute sobre o que é
necessário para montar as imagens;
·
Solicita aos alunos que monte
a sequencia da história juntando as figuras separadas pelo recorte;
·
Solicita aos alunos que desmonte
e monte de novo destacando a importância da sequencia das cenas;
·
Discute com os alunos o que
acontece em cada cena;
·
Pede aos alunos que narre a
história.
D.
O que a utilização do jogo favorece
·
Favorece o desenvolvimento da
linguagem e da interação com os colegas e professor.
·
Estimula o pensamento lógico,
sequencia lógica e a discriminação visual.
·
Contribui para desenvolver a
atenção e a concentração dos alunos.
·
Permite ao aluno ordenar,
estruturar e elaborar estratégias para resolver o problema.
E.
Avaliação e anotações
O professor da sala de recursos deve avaliar a realização da
atividade analisando:
·
Como o aluno executou a tarefa
(houve interação, participação)?
·
Como ele reagiu às indagações
feitas durante a realização da tarefa?
·
O aluno expressou-se
oralmente de forma coerente?
·
O que ele mais gostou de
realizar? E o que não gostou?
·
O tempo foi adequado a
realização da tarefa?
O professor pode reformular o jogo ou confeccioná-lo de acordo com
o que deseja desenvolver, pois o mesmo deve está de acordo com os objetivos
traçados para o aluno. Poderá ainda usar imagens do dia a dia do aluno,
valorizando o contexto onde está inserido, bem como seus conhecimentos prévios.
Fontes:
·
O Lúdico e o Desenvolvimento
da Criança Deficiente Intelectual. Sônia Regina Corrêa Mafra. 2008
·
Atendimento Educacional
Especializado e o aluno que apresenta Deficiência Intelectual. Coordenação da
Disciplina: Adriana Limaverde. Supervisoras de Conteúdo: Maria Rejane Araruna e
Rosa Maria Corrêa.
sábado, 7 de setembro de 2013
Tecnologia Assistiva
Aos
leitores deste blog
O que nós professores, pais e gestores podemos
oferecer aos alunos para facilitar o acesso ao conhecimento e a sua
participação na sala de aula?
Podemos oferecer recursos pedagógicos e de
acessibilidade que garantam aos alunos com deficiência participar ativamente do
convívio escolar, familiar e social com autonomia.
Os recursos de
acessibilidade fazem parte da Tecnologia Assistiva (TA) que fornece além desses, os serviços e as estratégias usadas com o objetivo de auxiliar na
resolução das dificuldades funcionais dos alunos com deficiência ao realizar as
suas tarefas.
Como escolher os recursos de TA
- Conhecer o aluno (as necessidades e habilidades)
- Observar e identificar as barreiras que o impedem de participar das tarefas no meio onde está inserido Elaborar o plano de atendimento
- Selecionar ou construir os recursos
- Avaliar o uso dos recursos selecionados
Todo esse trabalho será realizado pelo Professor de
AEE em parceria com o professor de sala comum, com a família e outros parceiros
que julgar serem necessários.
Vejamos
um exemplo prático
Situação Problema:
“Aluno com paralisia cerebral que apresenta
dificuldade na fala, na coordenação motora, pega objetos com firmeza e possui
movimentos voluntários limitados.”
Como o aluno poderá estabelecer uma comunicação com o
outro, manifestando sua opinião a respeito do que ocorre ao seu redor?
Sugestão de recurso de
Comunicação Aumentativa e Alternativa a ser usado
Cartões de Comunicação
- São confeccionados com vocabulário variado e devem estar à disposição do usuário e dos parceiros de comunicação.
- É considerado um recurso de baixa tecnologia e pode ser elaborado a partir de temas variados para que o aluno possa lançar mão dos cartões quando sentir necessidade.
- Podem ser utilizados pelo aluno na sala de recursos, na sala de aula regular e na vida diária.
- O usuário pode apontar o cartão que escolheu para representar sua resposta ou responder de outra forma conforme o professor de AEE já identificou suas habilidades nessa área.
- Sendo importante o cuidado com a definição do vocabulário para que contemple diversas situações do cotidiano escolar relativas aos conteúdos e as atividades pedagógicas a serem propostas.
Descrição de
imagem:
A imagem apresenta vários cartões de
comunicação com símbolos gráficos representativos de mensagens. Os cartões
estão organizados por categorias de símbolos e cada categoria se distingue por
apresentar uma cor de moldura diferente: cor de rosa são os cumprimentos e
demais expressões sociais, (visualiza-se o símbolo "tchau"); amarelo
são os sujeitos, (visualiza-se o símbolo "mãe"); verde são os verbos
(visualiza-se o símbolo "desenhar"); laranja são os substantivos
(visualiza-se o símbolo "perna"), azuis são os adjetivos
(visualiza-se o símbolo "gostoso") e branco são símbolos diversos que
não se enquadram nas categorias anteriormente citadas (visualiza-se o símbolo "fora").
Competência operacional
a ser desenvolvida no aluno
O aluno ao usar o recurso em diferentes situações se
apropria do mesmo e passa a usá-lo como forma de expressar sua opinião, seu
conhecimento, seus desejos, saindo assim da condição de um ser passivo para uma
nova posição: Um ser agente de transformação.
Competência funcional
do recurso para o aluno
São os efeitos que os recursos
de comunicação provocam no contexto real da escola e fora dela. O aluno passa a
interagir com os outros podendo se comunicar em diversas situações dentro ou
fora de sala de aula. Os seus parceiros nesse trabalho com os recursos de
Comunicação Aumentativa e Alternativa ajudam a ampliar as suas habilidades de
comunicação e de expressão através de situações práticas que necessitem de
interagir com o aluno.
![]() |
| O Quadro de símbolos é utilizado para mostrar
as crianças uma forma alternativa de comunicação (cartões de CAA)
|
Avaliação
O professor de AEE deverá avaliar constantemente o uso
dos recursos de TA, fazendo as modificações necessárias a partir do que ele
observou, do que o aluno sinalizou e também da avaliação feita pela professora
de sala comum.
REFERÊNCIAS:
SARTORETTO, Mara Lúcia; BERSCH, Rita de Cássia Reckziegel. A Educação Especial na Perspectiva da
Inclusão Escolar: recursos pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa e
alternativa. Brasília. MEC/UFC, 2010. V. 6. (Coleção A Educação Especial na
Perspectiva da Inclusão Escolar)
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
O AEE E A EDUCAÇÂO PARA TODOS
O AEE E A EDUCAÇÂO PARA
TODOS
Nos últimos anos o Brasil tem
apresentado relativos avanços na oferta de uma garantia de educação para todos,
aspecto fortalecido pela Constituição Brasileira que garante uma educação para
todos e abre espaços para a organização de sistemas de educação que sejam
inclusivos, garantindo a matrícula do público alvo da educação especial e
disponibilizando para este público o Atendimento Educacional Especializado (AEE),
que se configura em um serviço oferecido em sala de recursos multifuncionais (SRM),
que devem funcionar preferencialmente na escola regular onde o aluno está
matriculado ou em outra escola do ensino regular. O aluno atendido faz parte de
um público alvo formado por alunos com deficiência; alunos com transtornos
globais do desenvolvimento e alunos com altas habilidades/superdotação.
Para
atender o aluno, as salas de recursos multifuncionais contam com um professor que
esteja habilitado a favorecer a aprendizagem dos alunos atendidos, organizando
situações favoráveis a consolidação dessa aprendizagem, fazendo o seu
acompanhamento e avaliando seus resultados.
Faz-se necessário também que firme uma parceria constante com o
professor de sala comum, com a equipe pedagógica e com a família, a fim de
assegurar o desenvolvimento intelectual e social do seu aluno.
O
professor do AEE vai trabalhar com seu público alvo a partir de um estudo de
caso individual de cada aluno atendido, que lhe possibilitará levantar os dados
necessários a cerca da problemática do indivíduo, conhecendo as barreiras que o
impedem de aprender e levantando as potencialidades desse aluno, para que
posteriormente, de posse desses dados, possa está elaborando o plano de
atendimento que irá desenvolver com cada um.
O
plano de atendimento vai sendo construído ao longo do período em que o aluno é
atendido, para que seja avaliado quanto aos resultados obtidos e permita ao
professor a reformulação necessária daquilo que não foi favorável ao bom
desempenho desse aluno.
Este
plano deve ser desenvolvido em parceria com o professor de sala regular para
garantir que o aluno tenha acesso ao conhecimento e ao desenvolvimento das
habilidades necessárias para sua participação efetiva tanto na SRM como na sua
sala regular.
Acreditamos
que esse é um projeto coletivo que extrapole a sala de aula, a sala de recursos
e até os muros da escola. É algo grandioso e necessário quando desejamos uma
sociedade justa e humana.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
sábado, 1 de junho de 2013
Ler é envolver-se! Ler é pensar! Ler é refletir!
Chame seus alunos a refletir sobre o que eles podem fazer para melhorar seu desempenho, seus resultados, sua vida.
Mostre este exemplo para eles.
Mostre este exemplo para eles.
Rodrigo tem 12 anos e está na 6ª série. E hoje é um grande dia para ele: participar da final junto com o time da escola é quase um sonho! Mas tornou-se realidade, apesar de Rodrigo ser um cadeirante. Quer descobrir como Rodrigo está ajudando o time a vencer? Leia o livro e sua emocionante aventura!
O livro aborda o tema inclusão, superação de obstáculos, socialização, respeito às diferenças e convivência!
De Patrícia Engel Secco

Disponibilizado gratuitamente pela Fundação Educar DPaschoal.
Assinar:
Postagens (Atom)





